Vem aí o Guia das Aves de Aquilino Ribeiro

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Lançamentos: dia 26 de Maio, às 16h, na Casa Aquilino Ribeiro, e dia 2 de Junho, às 15h, no Museu Nacional de História Natural (ver cartazes).


Além da mestria da escrita e do saber enciclopédico, Aquilino Ribeiro destaca-se na literatura portuguesa como um verdadeiro naturalista amador. Desperto pela riqueza e variedade das vocalizações das aves e dotado de um ouvido musical que lhe permitiu verter foneticamente as frases escutadas neste processo de comunicação, o escritor revisita na sua obra a produção acústica da vida selvagem, dando-lhe notoriedade. 
Guia das Aves de Aquilino Ribeiro é uma antologia de passagens da obra aquiliniana nas quais se descrevem aves selvagens, seus habitats e relação com o homem, compilação realizada por Ana Isabel Queiroz. Associados a "descritores" dos vários assuntos tratados, os excertos são ainda enquadrados por um texto introdutório que traça o percurso da descrição de aves desde os primeiros "bestiários" até à literatura científica de hoje, passando pela cultura clássica grega, pela tradição popular e pela literatura portuguesa. A edição é ilustrada por aguarelas do biólogo e artista plástico Maico (Carlos Pimenta), e é acompanhada por um CD com leitura de Fernando Alves, música original de José Eduardo Rocha (JER) e gravações-de-campo de algumas das aves referidas (cedidas pelo projecto "Paisagens Acústicas Naturais de Portugal"). 
A apresentação da obra será feita na Casa-Museu Aquilino Ribeiro, em Soutosa, no dia 26 de Maio, às 16h, e será precedida de passeio ornitológico na Serra de Leomil e almoço "Aquiliniano", gentilezas da Fundação Aquilino Ribeiro para as quais se solicita inscrição até ao dia 24 de Maio através do email: boca@boca.pt.
No dia 2 de Junho, às 15h, será a vez de apresentação em Lisboa, no Museu Nacional de História Natural, na sala da exposição "PIU, um despertar para os sons da Natureza", que os participantes poderão depois visitar gratuitamente, solicita-se igualmente inscrição, até ao dia 31 de Maio, através do email: boca@boca.pt.


APOIOS: CIBIO, Museu de História Natural da Universidade do Porto, Fundação Aquilino Ribeiro (e os Municípios de Moimenta da Beira, Sernancelhe e Vila Nova de Paiva), IELT/FCSH-UNL e projecto Paisagens Acústicas Naturais de Portugal (ISPA/MNHN).



Quando passam 200 anos da publicação da primeira colectânea de histórias tradicionais recolhidas pelos irmãos Grimm, a TSF abre a antena aos contos.

Todos os dias, depois dos noticiários das 15h e das 20h30, os contadores Maria Morais (2º feira), Rodolfo Castro (3ª feira), Cristina Taquelim (4ª feira), António Fontinha (5ª feira) e Thomas Bakk (6ª feira) trazem-nos versões condensadas de histórias emblemáticas do universo Grimm, tendo por referência a edição Contos da Infância e do Lar (Temas e Debates/Círculo de Leitores). Ao sábado, depois das 13h, passa o compacto da semana.

"Contos Grimm" é uma rubrica produzida pela editora Boca - palavras que alimentam em parceria com o IELT - Instituto de Estudos de Literatura Tradicional, responsável pelo simpósio internacional "The Grimm Brothers Today", que se realiza em Lisboa, nos dias 21, 22 e 23 de Junho.





A Boca na Festa dos Contos, em Montemor-o-Novo

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Vem aí uma grande Festa dos Contos, e a Boca vai lá estar a apresentar o Era, não era?, rodeada de grandíssimos narradores. Dia 18 a partir das 21h e dia 19 todo o dia.


Negócios da China na Feira do Livro

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A Boca na 82ª Feira do Livro de Lisboa

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Começa hoje a 82ª Feira do Livro de Lisboa, e as edições da Boca marcam presença na Tenda dos Pequenos (grandes) Editores. Boas compras e passeios, boas leituras e audições.




De boca em boca, o Tranglomanglo chegou ao Jardim de Infância da Associação Ester Janz. Os meninos da Sala Mocho (5 anos) ouviram a história no Era, não era?, contada pela Cristina Taquelim e consta que ficaram estarrecidos. Consta também que "foram para casa contar: os pais nunca tinham ouvido falar de tal bicho-monstro! A maior curiosidade dos meninos – até porque os pais nem queriam acreditar – era saber como era o tal bicho. Com quem se parecia? A quem saía? Perguntaram à Maria, a quem perguntam tudo, e a Maria, sábia, disse: “Não sei! Têm de imaginar!”. Os meninos meteram mãos à obra e pintaram-lhe o retrato, tal qual o viam na sua imaginação."

Quem tiver coragem que espreite no site do IELT algumas hipóteses.



A Boca é uma das convidadas do próximo encontro de pequenos editores da Universidade de Aveiro, no dia 29 de Março, na sala de actos da reitoria.
No debate da manhã estarão também a Ahab, a Bruaá, a Livros de Areia e a Operaomnia. À tarde ouviremos Jordi Nadal (Plataforma), João Rodrigues (Sextante) e Henrique Mota (Principia).




Este sábado, dia 28 de Janeiro, às 16h, a Boca vai à Biblioteca de Beja, essa maravilhosa casa de livros e de histórias, apresentar o audiolivro Era, não era?, com contações e cantorias para crianças de todas as idades. Connosco estarão as contadoras Ana Sofia Paiva e Cláudia Fonseca, numa sessão conduzida pela anfitriã Cristina Taquelim.



O Senhor Henri segundo Jorge Silva Melo

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Jorge Silva Melo ouviu o audiolivro de O Senhor Henri e partilhou a emoção no Diário de Notícias (7/1/12)


A Boca na Ler

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Falta muita gente neste "primeiro plano", mas sobretudo faltam a Michele Amaral e o João Mota. Foi na cabeça deles que primeiro surgiu a ideia de fazermos uma editora de audiolivros e aqui estiveram de corpo e coração nos primeiros anos da Boca, antes de se dedicarem a outros projectos e a uma maravilhosa Mariana.



Amanhã, segunda-feira, na Escola Superior de Artes e Design (Caldas da Rainha) sobe ao palco a dramatização de "Peido, logo existo", uma história natural e cultural das ventosidades anais, da autoria de Thomas Bakk (tema integrante do audiolivro O Mistério do Coiso). Será o último acto de um espectáculo dirigido por José Eduardo Rocha como Exercício de Artes Musicais do 2º ano do Curso de Teatro.



Mais uma noite com o excelentíssimo Senhor Henri, na presença dos comendadores Gonçalo M. Tavares, José Neves, Luís Henriques, Américo Rodrigues e outros respeitáveis imperadores. E copos, copos, copos de absinto.


O Senhor Henri entre iguais, este sábado, na Guarda

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Este sábado, 10 de Dezembro, depois do lançamento do audiolivro de O Senhor Henri, de Gonçalo M. Tavares, o Teatro Municipal da Guarda brindará os presentes com a festa "A Fada Verde", que inclui projecção de vídeos sobre o absinto e leituras de poemas de ilustres apreciadores de absinto, nomeadamente Rimbaud, Verlaine, Baudelaire e, como não poderia deixar de ser, Henri Michaux. Nós, e decerto o Senhor Henri, aguardamos deliciados.


Recortes de imprensa

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Notícias do Era, não era? no Público, por Rita Pimenta, e na LER, por Carla Maia de Almeida.



A Boca e o Teatro Municipal da Guarda têm o prazer de convidar para os lançamentos do audiolivro O Senhor Henri, primeiro título da colecção Boca de Cena, dedicada ao Teatro.

Será servida uma conversa sobre a edição, um espectáculo que se escuta e um beberete de absinto.

Toda a informação, tim-tim por tim-tim, na tira:



O primeiro HOT Júnior apresenta-se em Faro e em Lisboa, com Olga Fonseca, Domingos Morais e duas mãos cheias de contadores.
Toda a informação na tirinha:




Eis o audiolivro de O Senhor Henri, o primeiro dos habitantes do “Bairro” de Gonçalo M. Tavares a entrar no catálogo da editora Boca, numa co-produção com o Teatro Municipal da Guarda, e inaugurando a colecção Boca de Cena, dedicada ao teatro.

José Neves é o Senhor Henri, que alia às qualidades do absinto um saber enciclopédico. A sonoplastia, de José Neves e Nuno Veiga, não fica atrás em taxa de inspirada alcoolemia, tal como a ilustração (desdobrável de cinco faces) de Luís Henriques, o grafismo de Pedro Serpa e os textos de enciclopédicos especialistas que compõem o livro, nomeadamente: Ana Paula Guimarães e Júlia Studart sobre Gonçalo M. Tavares, Ana Teresa Marques dos Santos sobre teatro radiofónico em Portugal e Nuno Félix da Costa sobre o absinto.

Produzida pela Projéc~ para o Acto Seguinte - Festival de Teatro da Guarda de 2010, esta peça radiofónica ganha agora vida perene em livresca existência na colecção BOCA de CENA.

O lançamento realiza-se no Teatro Municipal da Guarda, no dia 10 de Dezembro às 21h30, num espectáculo que se escuta, e ao qual se seguirá uma conversa com os editores, e repete no Bartô, dia 14 de Dezembro às 22h, com o mesmo figurino e com a presença de Gonçalo M. Tavares, José Neves, Luís Henriques e Américo Rodrigues, entre outros intervenientes.

A edição tem o apoio da Antena 2 e do IELT.

Contamos com a vossa presença, e um bom copo de absinto.



Os contadores apresentam seus contos

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Corre corre cabacinha
Um refrão que fica na cabeça, ou será na cabaça?! Já há muito tempo que o queria contar, mas faltava qualquer coisa, até que apareceu a Ana Sofia... e aí percebi o que faltava. Hoje temos um espectáculo chamado “Contos cantados” e tudo começou às voltas com esta cabacinha. Carlos
Sobre a cabacinha? A professora Isabel Cardigos um dia explicou-me assim: «A Cabacinha é um conto que corre corre que se farta em Portugal, mas não em Espanha, muito menos em França, e, enfim, só a vamos encontrar no Irão (e há, numa edição da UNESCO com tradução do Pedro Tamen, uma do Nepal... vá-se lá a entender.» E a velha furunfunfelha... pronto, também é velha! Ana Sofia

História da carochinha e O canário
Era, não era? E as irmãs fazem a sua parte… De braços estendidos, dedos entrelaçados, a minha irmã Vina fazia balancé e cantava: «Quem quer casar com a carochinha que é bonita e engraçadinha?»
Mais tarde, aprendi com Adolfo Coelho que a Carochinha se tinha tornado perfeitinha (com certeza foi à Olaria das Brotas). Mas aqui para nós que ninguém nos ouve, ela só conseguiu a solidariedade de todos porque se tornou uma carochinha de trazer por casa!
A minha irmã Lena chegava a casa, vinda do campo de trabalho universitário do Crato. Apesar de cansada, pegava na viola e cantava-me contando: histórias, canções, rimas, anedotas, lengalengas… E eu ia cantarolando as canções do José Afonso, do Adriano Correia de Oliveira, José Mário Branco, Padre Fanhais… foi assim que escorregou para o meu coração o “Romance do Canário”. Aprendi-o como se aprende uma canção. Mais tarde descobri que se tratava de um romance recolhido por Leite Vasconcelos, linguista e etnógrafo português, entre outras coisas. Hoje canto-a como uma cantiga narrativa, como quem conta uma história… são as voltas que a vida dá! Por tudo isto, agradeço às minhas irmãs oferecendo este conto e este canto aos meus sobrinhos. Joaninha



Zmeu

Os zmeus são entes das florestas encantadas, húmidas e escuras da Roménia. Esta história baseia-se num conto tradicional romeno, reescrito pela escritora Ángela Ionescu há cinquenta anos e que agora regressa à oralidade através desta versão pessoal: um pequeno valente que enfrenta com sucesso os maiores desafios. Gosto de pensar que os contos estão vivos enquanto mudam. E acho muita piada em dizer que um gigante esperto é perigoso, mas ainda mais um gigante tolo. É quase uma metáfora das forças que dominam hoje o nosso mundo. Rodolfo


Chica Amorica
Não sei precisar quando e como conheci a história da "Chica Amorica".
Parece que fazia parte da minha memória desde sempre, apesar de se ter deixado adormecer por uns tempos. Até que um dia, estava eu a procurar fábulas para trabalhar com os meus alunos, encontrei uma versão escrita. Mal comecei a lê-la, recordei-me imediatamente do final e de certos pormenores diferentes, vindos sabe-se lá de onde. Acrescentei-lhe o meu ponto e contei-a aos meus alunos. E continuei a contar, muitas vezes. Porque gosto dela. Porque gosto de a contar. Porque gosto de sentir as reacções de horror e alívio das crianças que a ouvem. Porque é muito importante estar atento às raposas da vida e saber que é possível ser mais esperto do que elas. Margarida

Tranglomanglo
Pediram-me umas linhas para vos contar como nasceu este conto. Encontrei-o numa recolha de contos populares - Cuentos al amor de la Lumbre - onde António Rodrigues Almodôvar registou alguns dos contos que escutou em Espanha. Chamava-se El Tragaldrabas. De cada vez que o contei, fui tirando um pedacinho aqui, colocando acolá, encontrando na palavra ou no silêncio o ritmo da escuta e do respirar. Juntei-lhe uma lengalenga, uma melodia, um sobressalto… mas é ainda um conto novo dentro de mim. Ainda é um pequeno conto.
Um conto demora muito tempo a crescer na boca e na alma de quem o conta. O conto cresce, como cresce o contador. E quando o contador cresce, cresce também o conto. Até ficar grande e totalmente redondo – como os contos gostam de ser –, este Tranglomanglo ainda tem de rodar por muitos olhos e orelhas, dormir em muitas almofadas, ainda tem de pregar muitos sustos. Só depois ficará polido e enorme, imenso… como penso que deva ser esse tal de Tranglomanglo. São assim os contos, precisam de muito tempo para ficarem maduros... uma vida! Com os contadores é o mesmo. Cristina

A língua da caveira
A língua da caveira é um conto tradicional de origem angolana. Consta no livro Contos Populares de Angola, de Viale Moutinho. Tomei conhecimento desse conto no livro Literatura Oral do Luís da Câmara Cascudo, o maior folclorista e investigador da cultura popular no Brasil. Esse livro é uma investigação que ele fez sobre as categorias do conto tradicional e sua trajectória, onde aparecem algumas histórias, entre as quais esta, que tinha outro título e era um bocado diferente da versão que fiz. Procurei seguir apenas a estrutura do conto, que é o que normalmente faço quando trabalho com os contos tradicionais. Não sou nada fiel ao aspecto antropológico das histórias porque não é este o meu papel. Sou um simples contador de histórias e, como tal, quando conto um conto, acrescento vários pontos, inclusivamente o meu ponto de vista sobre o que estou a contar. Nesse sentido, o que, especialmente, me chamou a atenção neste conto, foi o tema: a mentira. E dentro da sua cápsula narrativa, o nonsense do diálogo entre duas caveiras que não mentiram e morreram pela perversidade do poder instituído, neste caso, representado pelo rei. Moral da história: P’ra que serve a verdade, se não se acredita nela? Thomas




Pele de piolho
A história que conto, a versão que me serviu de base há muitos anos, consta da recolha de Luís da Câmara Cascudo, historiador e antropólogo brasileiro da primeira metade do séc XX. Chama-se, no Brasil, “couro de piolho”, e não "pele". A informante que lha contou chamava-se Luísa Freire e era de Macaíba, no Rio Grande do Norte. Luís



Dona Labismina
Quando eu era menina, no Recife, lá no Brasil, a minha tia-avó Nevinha gostava muito de me levar a dançar a “Ciranda de Lia”, que era uma roda de danças e cantigas na beira da praia, na ilha de Itamaracá.
 Eu me lembro da lua grande, redonda e cheia e da roda também redonda, grande e cheia, e de toda a gente cantando e dançando a noite toda ao som da percussão e da voz do "puxador", que ia cantando as quadrinhas e nós respondíamos atrás: «Eu tava na beira da praia ouvindo a pancada das ondas do mar... Essa ciranda quem me deu foi Lia que mora na ilha de Itamaracá». E era assim pela noite adentro. Um dia, depois da roda, estávamos eu e minha tia sentadas na beira da água e o mar estava bravo... a minha tia olhou para mim com aquele jeito muito dela, muito safadinho, e disse: «Ô filha, tu sabes porque é que o mar às vezes fica assim bem zangado, agitado, parece até que tá gritando com a gente?». Eu sabia que vinha história, e pedi: «Conte, tia, conte!». E ela contou assim... Claúdia







Era, não era
Uma valsa de palavras que dançam, uma canção para ti, para levares para casa a rodopiar na cabeça ou um até já, volta sempre! Ana Sofia e Carlos






Beijograd (fusão de beijo com Beograd) é uma selecção de poemas de amor de poetas de Língua portuguesa de vários séculos, de Camões a Gonçalo M. Tavares, de Ferreira Gullar a Mia Couto, de Vinicius de Moraes a Viriato da Cruz, de Ana Paula Tavares a Miguel Martins. A escolha é de Oriana Alves, Maja Španjević e André Cunha e o resultado um audiolivro bilingue publicado pela editora sérvia Sluzbeni glasnik, com produção áudio da editora portuguesa Boca.

Na curta apresentação que aqui partilhamos podem ver-se e ouvir-se excertos de cinco dos 42 poemas gravados, alguns deles em duetos sérvio-portugueses: "Maísa", de Manuel Bandeira, dito por Fernando Alves e Goran Jankuloski; "O Amor", de Mário de Sá-Carneiro, dito por Mrđjan Ognjanović (à mesa com Maja Španjević e André Cunha); "Meu amor é marinheiro", de Manuel Alegre, dito por Aleksandra Nedeljković; "Um adeus português", de Alexandre O'Neill, dito por Vladimir Petković; "Cosmocópula", de Natália Correia, dito por Anja Ćalić. Aparecem ainda Mauro Mascioli (saxofone), Darko Golić (contrabaixo) e Tijana Krstič (flauta), alguns dos músicos que improvisaram os sons e melodias a partir dos quais Nuno Morão e Oriana Alves fizeram a sonoplastia.




A gravação e edição é de Nuno Morão e Oriana Alves, com Maja Španjević e André Cunha, e a masterização e mistura de Pedro Magalhães (no Golden Pony Studio). A edição foi lançada na Feira do Livro de Belgrado que terminou a 30 de Outubro (com mais de 100 mil visitantes numa semana) e que este ano teve como país convidado a língua portuguesa, mérito da equipa do Centro de Língua Portuguesa de Belgrado, onde trabalham André Cunha e Maja Španjević.

Foi o livro mais vendido no pavilhão de língua portuguesa (entre mais de 30 títulos disponíveis) e o terceiro no da Sluzbeni glasnik, uma das maiores editoras sérvias. Aqui deixamos também um registo do lançamento, com poema de Mário Cesariny.


Fazendo o "Era, não era?"

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Algumas imagens do novo audiolivro da Boca e da sua feitura, correndo sobre a canção de Carlos Marques e Ana Sofia Paiva - última faixa do CD e tema ao qual fomos buscar o nome da edição.




Construído com esmero para crianças de todas as idades, este audiolivro lança-lhes um desafio: que continuem o jogo de contar que atravessa séculos, línguas, vales e montanhas, rios e até mares.

Só têm de fixar as personagens e acções principais e acrescentar o vosso ponto. Ou inventar uma história, uma quadra, uma lengalenga, um trava-línguas, uma adivinha novinha em folha, para passar de boca em boca.

Podem enviar as vossas impressões, dúvidas ou novas histórias para boca@boca.pt


"Era, não era?" apresenta-se no Contemfesta

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a Boca e o IELT, parceiros na colecção HOT - Histórias Oralmente Transmissíveis, têm o prazer de anunciar o lançamento do primeiro HOT Júnior:




Era, não era? reúne histórias tradicionais de várias partes do mundo recriadas por nove grandes contadores: Ana Sofia Paiva, Carlos Marques, Cláudia Fonseca, Cristina Taquelim, Joaninha de Cabeção, Luís Correia Carmelo, Margarida Teixeira, Rodolfo Castro e Thomas Bakk.




O audiolivro, com música de Carlos Marques, Luís Carmelo e Nuno Morão, sonoplastia de Nuno Morão e Oriana Alves e texto de apresentação de Olga Fonseca, será lançado no dia 12 de Novembro, às 18h, no Contemfesta, festival de narradores e narrativas que este ano toma forma de verdadeira festa comunitária, no Pereiro de Palhacana (Alenquer), em pleno São Martinho. A festa ideal para trazer ao mundo esta nova e preciosa edição da Boca.


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